Cerrar fileiras<br>em defesa da Dâmaso
O Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira apelou à população de Vieira de Leiria para «cerrar fileiras pela defesa da maior e mais importante unidade de produção» daquela freguesia da Marinha Grande, a cristaleira Dâmaso, que parou a laboração em Agosto. Nessa altura, a administração apresentou em tribunal um pedido de insolvência.
Salientando que, no imediato, cerca de 250 trabalhadores estão em vias de ficar no desemprego, o que afectará cerca de mil pessoas, numa freguesia sem recursos alternativos, e terá graves repercussões na economia local, o STIV/CGTP-IN defende – num comunicado que distribuiu na semana passada – que «a Dâmaso tem que ser reactivada, apesar de o processo de insolvência estar em curso», e sublinha que «esta exigência não pode ser apenas do Sindicato Vidreiro e dos trabalhadores da empresa».
Para já, além deste comunicado, foram colocadas faixas, nas ruas de Vieira de Leiria, apelando à viabilidade da fábrica. Admite o sindicato que possam ocorrer manifestações, deslocações a Lisboa ou outras acções.
A Dâmaso, recorda-se no documento, faz parte do património industrial do concelho desde 1913 e foi, recentemente, a maior empresa de fabricação de vidro comum, na área do manual e semi-automático, no País. Após um período negro, na década de 80, a empresa «floresceu e atingiu um nível de estabilidade e segurança económica invejável». Perante a actual situação, o sindicato refere que «a gestão que foi feita nesta empresa, principalmente na última década, poderá vir a ser considerada danosa» e questiona «quem de direito, se alguma coisa está a ser feita, no sentido de apurar responsabilidades sobre o que levou a Dâmaso a chegar a este ponto de ruptura».
Salientando que, no imediato, cerca de 250 trabalhadores estão em vias de ficar no desemprego, o que afectará cerca de mil pessoas, numa freguesia sem recursos alternativos, e terá graves repercussões na economia local, o STIV/CGTP-IN defende – num comunicado que distribuiu na semana passada – que «a Dâmaso tem que ser reactivada, apesar de o processo de insolvência estar em curso», e sublinha que «esta exigência não pode ser apenas do Sindicato Vidreiro e dos trabalhadores da empresa».
Para já, além deste comunicado, foram colocadas faixas, nas ruas de Vieira de Leiria, apelando à viabilidade da fábrica. Admite o sindicato que possam ocorrer manifestações, deslocações a Lisboa ou outras acções.
A Dâmaso, recorda-se no documento, faz parte do património industrial do concelho desde 1913 e foi, recentemente, a maior empresa de fabricação de vidro comum, na área do manual e semi-automático, no País. Após um período negro, na década de 80, a empresa «floresceu e atingiu um nível de estabilidade e segurança económica invejável». Perante a actual situação, o sindicato refere que «a gestão que foi feita nesta empresa, principalmente na última década, poderá vir a ser considerada danosa» e questiona «quem de direito, se alguma coisa está a ser feita, no sentido de apurar responsabilidades sobre o que levou a Dâmaso a chegar a este ponto de ruptura».